quinta-feira, fevereiro 29, 2024
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    Viver e não ter a vergonha de ser feliz

    Os clicks, as caras e bocas espontâneas, que registram deliciosos momentos, aumentam a autoestima e dão força para seguir em frente.

    É assim mesmo. As fotos vintages, antigas e clássicas mostram certinho os comportamentos sociais de épocas desde suas cores e tonalidades até as poses, roupas e posturas marcadas por um época.

    O mundo muda, a vida se recicla e os costumes se adaptam ao novo, a diversidade, essa pluralidade de tudo e de todos, num contexto de informações, tecnologia e progresso. O que era sério, preto e branco, pousado e com muita classe, se coloriu, se abriu e se transformou, diante da evolução do mundo.

    A classe continua porque está na alma de cada um. O que foi agregado foi a espontaneidade e um formal autêntico, de que todos somos seres humanos. Sorrisos também são seriedade, choros também são alegrias e assim em casamentos fotógrafos de todas as áreas, sejam os profissionais ou os apaixonados em registrar momentos e alegrias, fazem da espontaneidade um momento único, certeiro de recordações e memórias positivas. C’est la vie! É a vida!

    É nessa transformação que o amor, a parceria, se faz presente e faz-se a união. Para essa familiaridade, merece uma cerimônia, uma festa, uma reunião grande ou pequena, não tem tamanho, não tem idade, não tem sexo, religião, raça ou classe social, nada disso, mas sim, com certeza, tem amigos e família, todos juntos, chorando de emoção e rindo de alegria pela própria ocasião e o prazer em estarem juntos. São nesses momentos, seja um casamento com traje esporte ou social, que são registrados, cada um com seu olhar, cada um com sua interpretação e memórias.

    Ao ver a imagem, a fotografia espontânea, aquele momento sincero e completo, onde a foto é por si só, a autenticidade individual de cada convidado e a sua ligação com os noivos, familiares e amigos. Vamos combinar que são as melhores fotos quando não estão posadas. As pessoas na liberdade do aqui e agora, estão sendo cada uma o que é, com seus sentimentos vibrando, brilhando, a autenticidade de cada convidado, emoções, orgulhos e torcidas positivas, de vitória, de conquista que despertam nas fotos e trazem incríveis recordações do momento registrado no tempo presente que já foi, para o presente que está no futuro.

    Ao ver um álbum de casamento, em cada momento da vida, os olhares do expectador mudam, pois as vivências também despertaram novas experiências, novos ângulos de ver e sentir aquela imagem, aquele álbum, aquela reunião e celebração.

    São essas recordações espontâneas que trazem força, coragem e alegria de que a vida é ouro, é presente e vale a pena cada sentimento, cada memória, cada momento. Por isso como cantava Gonzaguinha, nosso saudoso cantor e compositor brasileiro, na sua música “O que é, O que é“, que diz “ Viver e não ter a vergonha de ser feliz! Cantar e cantar e cantar! A beleza de ser um eterno aprendiz!”

    Essas palavras traduzem bem as fotos e os álbuns de casamento, uma vez em que cada clique espontâneo traz e leva junto memórias, forças e belezas de vida, de amigos e famílias reunidos, se unindo para uma nova vida, um novo conjunto de vida e um novo viver.

    Essas lembranças quando tiradas das caixas, gavetas e armários, vistas com outras pessoas ou sozinho, traz a cada um – que esteve presente no casamento ou não – uma recordação inabalável, um sentimento saudável e com certeza uma alegria inesquecível.

    Andreia Arbex

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